# marxismodebateecritica.org ## Posts - [Sanções, assassinatos e bloqueio marítimo contra o povo venezuelano: imperialismo estadunidense intensifica a ofensiva](https://marxismodebateecritica.org/o-imperialismo-estadunidense-intensifica-a-ofensiva-assassinatos-sancoes-e-bloqueio-maritimo-contra-o-povo-venezuelano/): Introdução Continuam os  ataques à soberania  e  autodeterminação do  povo venezuelano. O imperialismo estadunidense avança  suas sanções agressões econômico-políticas. Na  realidade, deu um salto qualitativo em suas agressões. Por um lado, mantém seus atos criminosos contra pequenas embarcações de pescadores: são mais  de 100 assassinatos de tripulações civis em águas do Caribe e do Pacífico Leste. Por outro lado, Trump faz  ameaças à aviação em espaço aéreo do país e  realiza bloqueio naval à Venezuela: ações militares navais com  sequestro de navios tanque  visando interromper a exportação de petróleo venezuelano. Dessa maneira, Trump tenta sufocar a economia do país, o […] - [Trump, imperialismo e Venezuela. Entre a intervenção militar direta e o pacto de transição política](https://marxismodebateecritica.org/trump-imperialismo-e-venezuela-entre-a-intervencao-militar-direta-e-o-pacto-de-transicao-politica/): A arrogância imperialista de Trump não cessa. No final de novembro disse: “todas as companhias aéreas, pilotos, traficantes de drogas e traficantes de pessoas, por favor considerem o fechamento completo do espaço aéreo acima e ao redor da Venezuela. Obrigado pela atenção a este assunto!”. Uma nítida agressão à soberania venezuelana. Na mesma semana outra esdrúxula afirmação: “Quase paramos (o narcotráfico). Cerca de 85% do trânsito por via marítima foi interrompido”, disse em videochamada para as tropas americanas, acrescentando  “vamos começar a pará-los por terra também…  isso vai começar muito em breve”[1]. As absurdas afirmações foram feitas após a recente […] - [Trump e a geopolítica imperialista na América Latina](https://marxismodebateecritica.org/trump-e-a-geopolitica-imperialista-para-a-america-latina/): A crescente presença naval militar no Mar do Caribe representa a maior mobilização estadunidense na região, pelo menos desde 1989[1].  Essa  nova investida imperialista sobre a América Latina tem deixado dezenas de mortes em ataques  a  tripulações  de pequenas embarcações nas costas da Venezuela,  estendendo-se  também para o Pacífico, em águas colombianas. O “mote” trumpista é o de que se tratam de narcotraficantes ligados a  “grupos terroristas internacionais”, como Tren de Arágua e outros. Esse  cenário  indica um ataque violento e contínuo  à soberania e à autodeterminação dos povos venezuelano e colombiano. Sinaliza que tais agressões não serão eventuais, mas […] - [Imperialismo e dependência estrutural latino-americana. Aspectos conceituais históricos e contemporâneos](https://marxismodebateecritica.org/imperialismo-e-dependencia-estrutural-latino-americana-aspectos-conceituais-historicos-e-contemporaneos/): Este artigo foi publicado na Revista Caracol (nº 20, ano 2020 ), como resultado das exposições dos palestrantes de evento internacional na USP - 4º CLAGlo: Concepções Teóricas, Iniciativas Glopolíticas, Análise Político-Ideológica- o qual fui convidado como palestrante. A publicação desse texto, no portal Marxismo. Debate e Crítica , deve-se à atualidade do tema. Infelizmente, o assunto não perdeu a atualidade, uma vez que os problemas estruturais nas sociedades latino-americanas não somente continuam, como se aprofundaram: imperialismo, dependência, miséria social, governos e burguesias submissas e esquerdas políticas completamente adaptadas à institucionalidade burguesa. Vários tópicos abordados no texto são ainda hoje motivo de aprofundamento em pesquisas que continuo desenvolvendo e serão publicizados neste portal, como também em outros espaços editoriais. Impressiona como o tema continua invisibilizado nas mídias hegemônicas, nos meios acadêmicos e políticos. Com pouquíssimas adaptações editoriais, publico aqui o texto tal como foi recebido e aceito pelo editor da Revista Caracol. - [Marxismo e cultura: a questão da alienação](https://marxismodebateecritica.org/marxismo-e-cultura-a-questao-da-alienacao/): Existe uma tradição no debate sobre a cultura no marxismo, que pode ser retomado. O que importa nessa discussão não é fetichizar o tema, mas sim considerá-lo como fenômeno múltiplo que condensa uma intrincada rede de mediações entre as expressões ideológicas e as relações sociais produção. O que não pode, no sentido investigativo, é simplificar idealisticamente a perspectiva de cultura às manifestações artísticas e intelectuais, geralmente associadas aos "grandes gênios". - [Linguagem, signo e classes sociais](https://marxismodebateecritica.org/linguagem-signo-e-classes-sociais/): A linguagem, sistema de signos sociais, constitui-se como meio de comunicação e  mediação central na articulação (dos signos) para o pensamento. Nesse sentido, encontra-se na dinâmica  fundamental para a formação da consciência (humana, certamente). As relações sociais são a gênese inicial do processo de desenvolvimento da linguagem. Desde seu início,  a linguagem desenvolve-se imbricada nas  contradições materiais e  ideologias (valores, justificativas e explicações) sobre a vida material, originadas historicamente nas relações sociais –  ações  humanas   que se estruturam em   padrões predominantes de comportamentos sociais no sentido de produzir e reproduzir os grupos humanos, as classes sociais e, enfim, as sociedades […] - [O que foram os governos sul-americanos de frente popular (chamados "progressistas") entre 1998 e 2016?](https://marxismodebateecritica.org/o-que-foram-os-governos-sul-americanos-de-frente-popular-chamados-progressistas-entre-1998-e-2016/): A partir do final da década de 1990, uma nova tendência política de governos nacionais  começou a  surgir em vários países sul-americanos. Essa tendência se reproduziu institucionalmente por mais de quinze anos. Foram  governos que resultaram eleitoralmente de forças políticas respaldadas em movimentos sociais e partidos de esquerda. Entre essas forças políticas, muitas vinham dos períodos ditatoriais e,  ao longo da década de 1980 e 1990,  lutaram contra  o modelo neoliberal que se implantava  na região. - [A base material e histórica para a constituição do pensamento e da linguagem](https://marxismodebateecritica.org/a-base-material-e-historica-para-a-constituicao-do-pensamento-e-da-linguagem/): Este artigo explora a relação entre linguagem e pensamento[1]. A perspectiva marxista é que a constituição dessas dimensões ocorre no processo social, mediado principalmente pela transformação da natureza através da atividade humana. A evolução dos hominídeos, destacando-se o Homo sapiens, é analisada no longo contexto da configuração de ferramentas associadas ao desenvolvimento da linguagem como sistema de signos (e representações), que emergem da necessidade de comunicação nas atividades de sobrevivência nas quais o trabalho se destaca, entre os diversos rituais que se desenvolvem. O desenvolvimento da linguagem e do pensamento, em suas relações não lineares e desiguais, ocorre em processo […] - [Aonde vai a França? Trotsky analisa a "conciliação entre as classes sociais" e a alternativa em torno de um programa revolucionário contra a crise capitalista e a burguesia](https://marxismodebateecritica.org/aonde-vai-a-franca/): Aonde vai a França?[1] é uma coletânea de artigos publicados por Léon Trotsky sobre os acontecimentos políticos na França, entre fevereiro de 1934 – período da ofensiva  “fascista-bonapartista-monarquista” contra o parlamento francês – até a greve geral de maio-junho de 1936. Nos textos, Trotsky analisa a evolução da luta de classes francesa. Foram publicados principalmente em  La Varieté, jornal da Liga Comunista Internacional – seção da Liga Comunista Internacional, precursora da IV Internacional.   O revolucionário russo analisou o cenário francês, em meio ao desenvolvimento da crise capitalista mundial,  com o prisma que ele havia caracterizado o período que precedeu […] - [Lênin, marxismo e geopolítica](https://marxismodebateecritica.org/lenin-e-a-geopolitica/): A  geopolítica clássica se materializou como pensamento estratégico imperialista na fase de afirmação do  “capitalismo monopolista”, entre final do século XIX e início do século XX. A geopolítica então se constituía como  doutrina que trazia em si as bases da geografia moderna na tradição colonialista europeia, iniciada no século XVI, e desenvolvida  no período do capitalismo concorrencial. Em outras palavras a geopolítica incorporava o mapeamento territorial do mundo, caracterizando nos territórios (colônias, semicolônias e potências) os poderes político-militares e econômicos, como também seus recursos naturais,  configurações fluviais, montanhosas, estreitos, canais  etc.  No final do século XIX, a geopolítica tornou-se uma área específica, ganha ares de […] - [Trump, as tarifas e o prolongado declínio do imperialismo estadunidense](https://marxismodebateecritica.org/trump-as-tarifas-e-o-prolongado-declinio-do-imperialismo-dos-eua/): Trump não é nenhum louco, ele age de acordo com os interesses mais destacados das frações imperialistas estadunidenses, inclusive de seus próprios interesses empresariais. A imposição das tarifas e sanções a países não se trata somente de obter vantagens econômicas, mas também  de garantir e ampliar  o domínio geoeconômico e geopolítico dos EUA. Sob a estratégia "América Primeiro", busca transferências de (mais) valor  de  seus “aliados” (países semicoloniais e imperialistas secundários) para o país, por meio das crescentes tarifas, aumento em investimentos produtivos  nos EUA, e concessões tarifárias para suas empresas em vários cantos do mundo. Ao lado disso, tenta estabelecer  realinhamento político e militar dos países contra a expansão geoeconômica chinesa. - [Estado sionista de Israel no pós cessar-fogo em Gaza: intensifica-se ocupação, genocídio e militarização da fome](https://marxismodebateecritica.org/estado-sionista-de-israel-no-pos-cessar-fogo-em-gaza-e-cisjordania-intensifica-se-ocupacao-genocidio-e-militarizacao-da-fome/): O que é camuflado pela mídia imperialista ocidental como “guerra” trata-se do aprofundamento da ocupação militar colonial-imperialista contra o povo palestino. Saques dos recursos naturais, anexação territorial, assassinatos e fome generalizada, articulada a uma rede capitalista internacional. A isso chamam projeto Grande Israel, ofensiva genocida que visa a expulsão definitiva da maioria dos palestinos da Faixa de Gaza e da Cisjordânia, além de anexar regiões de sul do Líbano e da Síria. - [Crise do regime político brasileiro no pré-1964, golpe empresarial militar e consolidação do regime ditatorial](https://marxismodebateecritica.org/golpede-1964/): O regime político ditatorial brasileiro implantado com o golpe empresarial-militar de 1964 conduziu o país em 21 anos de descalabros políticos e econômicos. Desse período ainda hoje restam consequências sociais, educacionais e culturais que não foram superadas; pelo contrário, reproduzem-se nas relações cotidianas, ao exemplo da estrutura militarizada das polícias estaduais. Também cabe apontar que, embora o regime ditatorial se encontrasse enfraquecido na entrada da década de 1980, ainda assim condicionou a agenda da transição política no país, atuando como agente fundamental na defesa dos interesses empresariais monopolistas nacionais e internacionais, dos interesses capitalistas no meio rural, e protetor dos integrantes do sistema de informação e repressão. - [Florestan Fernandes: universidade pública, marxismo e revolução](https://marxismodebateecritica.org/florestan-fernandes/):   Florestan Fernandes faz parte e expressa um período do pensamento social brasileiro, em especial o acadêmico sociológico, no qual a universidade pública como espaço social  concentrou energias no sentido de (a) compreender a especificidade da sociedade brasileira, de sua formação colonial, escravista e integrada de maneira subalterna ao modo de produção capitalista, (b) com diversos matizes políticos e ideológicos, apresentou alternativas à subalternidade e dependência do país, e (c) procura superar  uma escrita social então marcada pelo ensaísmo.  Em decorrência da ditadura militar, para Fernandes, essa universidade que ele e outros intelectuais projetavam e que se ancorava em uma […] - [O contexto imediato do junho de 2013 no Brasil](https://marxismodebateecritica.org/contexto-imediato-do-junho-de-2013-no-brasil/): Os protestos iniciados em junho de 2013 floresceram como um “raio em céu azul”, em várias capitais do país. Mobilizações juvenis que se contrapunham aos reajustes de 0,20 centavos no preço das passagens de transportes públicos (ônibus, metrôs e trens) enfrentaram a intransigência das administrações federal, estaduais e municipais, ao lado da repressão policial e ação corrosiva da imprensa corporativa (empresarial, burguesa) Na direção inicial das mobilizações estava o Movimento Passe Livre (MPL), que existia desde 2005, e agregava distintos organizações de esquerda (PSTU, setores do Psol, PCB e outras organizações), além de agrupamentos autonomistas e grupos anarquistas. - [Teoria da dependência, Estado, sociedade civil e neoliberalismo.](https://marxismodebateecritica.org/teoria-da-dependencia-estado-sociedade-civil-e-neoliberalismo/): Considerações sobre a produção teórica de Fernando Henrique Cardoso como mediação ativa nas mudanças ideológicas e políticas na intelectualidade e esquerda política brasileira, entre as décadas de 1960 e 1980, no sentido de integrar ativamente o "possibilitismo institucional" e endossar o neoliberalismo. - [O golpe civil-militar e a consolidação de nova forma de dependência](https://marxismodebateecritica.org/o-golpe-civil-militar-e-a-consolidacao-de-nova-forma-de-dependencia/):   – FHCardoso, ILPES-Cepal, integração subordinada ao imperialismo e democracia O tema do golpe militar tomou diversos setores da sociedade brasileira naquele período. As formulações eram várias. Iam daquelas análises que definiam que o êxito do golpe ocorrera em razão da aliança entre os setores latifundiários com o imperialismo, ou por interpretações sobre a debilidade política da burguesia brasileira e outras como a radicalização política inapropriada naquele momento, em torno das reformas de base. Também havia a discussão sobre a viabilidade daquele regime ditatorial. Em artigo publicado na revista Civilização Brasileira, intitulado Hegemonia burguesa e independência econômica (1968), FHC analisava o […] - [As "possibilidades" do desenvolvimento econômico (capitalista) latino-americano, de acordo com FHC](https://marxismodebateecritica.org/as-possibilidades-do-desenvolvimento-economico-capitalista-latino-americano/):   – FHCardoso, ILPES-Cepal, integração subordinada ao imperialismo e democracia A hipótese verificada aqui é a seguinte: a) a linha central sobre a obra Dependência e desenvolvimento na América Latina[1] já se apresentava nas elaborações de Cardoso no Brasil anteriormente, quando ele  integrava o Centro de Estudos da Sociologia da Indústria e do Trabalho (CESIT); b) seu trabalho no ILPES – Cepal, no Chile, condensou as preocupações que a CEPAL desenvolvia em razão dos impasses de suas formulações  sobre o desenvolvimento nacional autônomo; c) o que  consideramos inflexão no pensamento de Cardoso, nada mais foi que consequência das formulações do […] - [Cronicamente inviável](https://marxismodebateecritica.org/cronicamente-inviavel/): Filme do diretor Sérgio Bianchi, lançado no ano de 2000, Cronicamente inviável diferencia-se da produção cinematográfica brasileira do ciclo “retomada do cinema brasileiro”. Depois de mais de duas décadas, esse filme ainda continua a expressar muito a maneira como amplos setores das camadas sociais médias e da burguesia veem e agem diante da realidade brasileira. O contraste temático com outras produções do cinema nacional da década de 1990 encontra- se, por um lado, na maneira escancarada como o diretor apresenta as camadas sociais médias e burguesia diante das contradições sociais e, por outro lado, na estruturação narrativa fragmentada coexistindo com […] - [As iniciativas políticas do Governo Dilma Rousseff no pós-junho de 2013](https://marxismodebateecritica.org/as-iniciativas-politicas-do-governo-dilma-rousseff-no-pos-junho-de-2013-limitadas-politicas-publicas-mega-eventos-esportivos-e-criminalizacao-dos-movimentos/): Dilma Rousseff e o petismo responderam às “vozes das ruas” de junho de 2013 com limitadas políticas públicas, mantiveram o apoio aos mega eventos esportivos e aceleraram uma legislação “antiterrorista” que aprofundou a criminalização dos movimentos sociais Os protestos iniciados em junho também criticaram elementos fundamentais do regime político, como o sistema judicial, as instituições repressivas do Estado, o Congresso Nacional e os meios de comunicação de massa. Tais instituições foram questionadas fosse pelos ataques que realizaram aos protestos ou pela omissão diante das reivindicações sociais que traziam. As jornadas de junho e seguintes também atingiram governadores e prefeitos. O […] - [As mudanças no conceito de cultura operados pela Unesco](https://marxismodebateecritica.org/a-formulacao-inicial-do-conceito-de-cultura-na-unesco/): Existe um certo consenso nas pesquisas sobre a história da Unesco (STENOU, 2004; PITOMBO, 2009 e outros) em razão do papel que essa instituição desempenhou na metamorfose do conceito cultura desde a década de 1960. Até então a concepção que predominava seguia as referências restritas ao campo artístico e literário, dentro ainda da concepção iluminista clássica[1]. Mas esses estudos não articularam adequadamente as mediações históricas e conjunturais políticas internacionais que marcaram a textura conceitual. Neste sentido perderam de vista que os sujeitos políticos presentes nas conferências e encontros da Unesco ao longo das décadas expressaram visões de mundo e ideologias, […] - [Cultura, políticas culturais e Unesco. As relações entre imperialismo e cultura no capitalismo contemporâneo](https://marxismodebateecritica.org/cultura-e-imperialismo-o-caso-da-unesco/): Os temas “cultura” e “políticas culturais”, como formulados e desenvolvidos pela Unesco – Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e  Cultura, exerceu crescente influência nas três últimas décadas sobre diversos Estados Nacionais latino-americanos[1]. A Instituição tem papel destacado na ampliação do conceito de cultura, como também na articulação de uma rede internacional de organizações não governamentais (ONGs), áreas empresariais e inúmeros governos, no sentido de formulações de políticas públicas culturais. Ao longo do período “naturalizou” enfoques de análise, conceitos e terminologias na configuração das políticas públicas estatais, nas pesquisas das áreas de Ciências Sociais, como também nas ações […] - [Imperialismo, ideologia e hegemonia cultural](https://marxismodebateecritica.org/imperialismo-ideologia-e-hegemonia-cultural/): Verificamos que a Unesco, até a década de 1960, elaborou em seu programa de atuação a defesa da “liberdade de comunicação”, do direito de minorias étnicas, religiosas e linguísticas, além de desenvolver enunciados sobre as salvaguardas do patrimônio cultural, natural e material . Nos documentos da Unesco do período, apresenta-se a esfera política ideológica, como também ocorre em outras instituições transnacionais, como o Banco Mundial. Estabelece-se um confronto implícito com os países do Leste Europeu, do “Bloco Socialista”. A defesa da “liberdade de informação”, dos “direitos das minorias” e do acesso universal à educação manteve “dois pesos e duas medidas”, […] - [Os protestos sociais de junho de 2013 no Brasil e seus desdobramentos](https://marxismodebateecritica.org/os-protestos-sociais-de-junho-de-2013-no-brasil-e-seus-desdobramentos/): Os protestos de junho de 2013 no Brasil continuam sendo tema de debates. A principal importância do tema, no entanto, não está afeito ao meio acadêmico, mas sim aos movimentos sociais e à esquerda socialista e revolucionária. Isso porque, ao nosso entender, aqueles acontecimentos nos ajudam a entender um novo ciclo político nas lutas de classe que nos envolvem ainda hoje. Aquele momento significou uma das maiores mobilizações sociais no país em anos, com confrontos contra a repressão policial militar e a surdez dos governos municipais, estaduais e federal às reivindicações populares. Também significou um período no qual se abriu […] ## Pages - [Imperialismo estadunidense](https://marxismodebateecritica.org/imperialismo-estadunidense/) - [O imperialismo estadunidense intensifica a ofensiva: assassinatos, sanções e bloqueio marítimo contra o povo venezuelano](https://marxismodebateecritica.org/america-latina-y-brasil/o-imperialismo-estadunidense-intensifica-a-ofensiva-assassinatos-sancoes-e-bloqueio-maritimo-contra-o-povo-venezuelano/): Introdução Continuam os  ataques à soberania  e  autodeterminação do  povo venezuelano. O imperialismo estadunidense avança  suas sanções agressões econômico-políticas. Na  realidade, deu um salto qualitativo em suas agressões. Por um lado, mantém seus atos criminosos contra pequenas embarcações de pescadores: são mais  de 100 assassinatos de tripulações civis em águas do Caribe e do Pacífico Leste. Por outro lado, Trump aplica  ameaças ao espaço aéreo do país e  novas ações de “bloqueio total” à Venezuela: ações militares navais com  sequestro de navios-tanque  visando interromper a exportação de petróleo venezuelano. Tenta assim sufocar a economia do país, o que significa principalmente […] - [Newsletter](https://marxismodebateecritica.org/newsletter/): [newsletter] - [América Latina e Brasil](https://marxismodebateecritica.org/america-latina-y-brasil/) - [Geopolítica internacional](https://marxismodebateecritica.org/geopolitica-internacional/) - [Crítica Cultural](https://marxismodebateecritica.org/critica-cultural/) - [Teoria Marxista](https://marxismodebateecritica.org/teoria-marxista/) - [Contato](https://marxismodebateecritica.org/contato/): marxismodebateecritica@gmail.com - [Sobre](https://marxismodebateecritica.org/sobre/): Bem-vindo ao Marxismo Debate e Crítica  Um espaço dedicado à reflexão e análise teórica e política a partir da perspectiva da revolução permanente e do desenvolvimento desigual e combinado. Sou Luiz Fernando da Silva, editor deste site. Desde a década de 1970, minha trajetória abrangeu militância política, jornalismo, educação e teatro popular e docência acadêmica. 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