
Nayib Bukele, “o ditador mais descolado do mundo”, e o trumpismo latino-americano: bonapartismo e criminalização social
Foto: Cartaz em manifestação social contra Bukele, no final de 2021, antes do estado de exceção. Introdução Nayib Bukele representa um processo típico de bonapartização

A Venezuela sob tutela. Trump, petróleo e o regime político chavista
Foto. Da direita para a esquerda, general Vladimir Padrino López, Diosdado Cabello e os irmãos Delcy e Jorge Rodríguez, após posse da presidenta interina na

Sanções, assassinatos e bloqueio marítimo contra o povo venezuelano: imperialismo estadunidense intensifica a ofensiva
Foto. Povo venezuelano na dramática expectativa do que ocorrerá com o seu país. Introdução Continuam os ataques à soberania e autodeterminação do povo venezuelano. O

Trump, imperialismo e Venezuela. Entre a intervenção militar direta e o pacto de transição política
A arrogância imperialista de Trump não cessa. No final de novembro disse: “todas as companhias aéreas, pilotos, traficantes de drogas e traficantes de pessoas, por

Trump e a geopolítica imperialista na América Latina
A crescente presença naval militar no Mar do Caribe representa a maior mobilização estadunidense na região, pelo menos desde 1989[1]. Essa nova investida imperialista sobre

Lênin, marxismo e geopolítica
A geopolítica clássica se materializou como pensamento estratégico imperialista na fase de afirmação do “capitalismo monopolista”, entre final do século XIX e início do século XX.

Trump, as tarifas e o prolongado declínio do imperialismo estadunidense
Trump não é nenhum louco, ele age de acordo com os interesses mais destacados das frações imperialistas estadunidenses, inclusive de seus próprios interesses empresariais. A imposição das tarifas e sanções a países não se trata somente de obter vantagens econômicas, mas também de garantir e ampliar o domínio geoeconômico e geopolítico dos EUA. Sob a estratégia “América Primeiro”, busca transferências de (mais) valor de seus “aliados” (países semicoloniais e imperialistas secundários) para o país, por meio das crescentes tarifas, aumento em investimentos produtivos nos EUA, e concessões tarifárias para suas empresas em vários cantos do mundo. Ao lado disso, tenta estabelecer realinhamento político e militar dos países contra a expansão geoeconômica chinesa.

Estado sionista de Israel no pós cessar-fogo em Gaza: intensifica-se ocupação, genocídio e militarização da fome
O que é camuflado pela mídia imperialista ocidental como “guerra” trata-se do aprofundamento da ocupação militar colonial-imperialista contra o povo palestino. Saques dos recursos naturais, anexação territorial, assassinatos e fome generalizada, articulada a uma rede capitalista internacional. A isso chamam projeto Grande Israel, ofensiva genocida que visa a expulsão definitiva da maioria dos palestinos da Faixa de Gaza e da Cisjordânia, além de anexar regiões de sul do Líbano e da Síria.