
Forças produtivas e relações sociais de produção em Marx e Engels (Parte I)
Introdução Este texto será apresentado em três partes, seguidas de considerações finais. Nele percorro as análises de Marx e Engels sobre a categoria forças produtivas. Tal como a elaboraram em suas pesquisas, considero essa categoria um dos eixos conceituais da crítica da economia política; ela se encontra no cerne da concepção materialista da história. Os primeiros momentos dessa formulação sistemática – forças produtivas, formas de propriedade e relações sociais – encontram-se nos manuscritos de 1845-1847, publicados em edições sucessivas a partir de 1932[1] sob o título A ideologia alemã[2]. A tais manuscritos seguiram outros manuscritos e publicações que se referem às forças produtivas, a exemplo de A miséria da filosofia, O manifesto do partido comunista












