O contexto imediato do junho de 2013 no Brasil

Se a tarifa nao baixar a cidade vai parar f960x540 4593 78668 5050 1

Os protestos iniciados em junho de 2013 floresceram como um “raio em céu azul”, em várias capitais do país. Mobilizações juvenis que se contrapunham aos reajustes de 0,20 centavos no preço das passagens de transportes públicos (ônibus, metrôs e trens) enfrentaram a intransigência das administrações federal, estaduais e municipais, ao lado da repressão policial e ação corrosiva da imprensa corporativa (empresarial, burguesa) Na direção inicial das mobilizações estava o Movimento Passe Livre (MPL), que existia desde 2005, e agregava distintos organizações de esquerda (PSTU, setores do Psol, PCB e outras organizações), além de agrupamentos autonomistas e grupos anarquistas.

Teoria da dependência, Estado, sociedade civil e neoliberalismo.

Charge sobre o Governo de FHC e o FMI

Considerações sobre a produção teórica de Fernando Henrique Cardoso como mediação ativa nas mudanças ideológicas e políticas na intelectualidade e esquerda política brasileira, entre as décadas de 1960 e 1980, no sentido de integrar ativamente o “possibilitismo institucional” e endossar o neoliberalismo.

As iniciativas políticas do Governo Dilma Rousseff no pós-junho de 2013

Centenas de milhares de pessoas tomaram Avenida Presidente Vargas 1536x1024 1

Dilma Rousseff e o petismo responderam às “vozes das ruas” de junho de 2013 com limitadas políticas públicas, mantiveram o apoio aos mega eventos esportivos e aceleraram uma legislação “antiterrorista” que aprofundou a criminalização dos movimentos sociais Os protestos iniciados em junho também criticaram elementos fundamentais do regime político, como o sistema judicial, as instituições […]